sábado, 28 de março de 2009
Bom dia Cosmos, you and my self, cá estamos na nossa Odisseia/Jornada de aprendizagem, como costumam dizer os americanos de Obama, " another day, another dolar". Hoje vamos falar de feitios, isto é, maneiras de ser de cada um de nós. A César o que é de César e a Deus o que é de Deus, a cada um o seu próprio "geto", feitio, maneira de estar, sentir e pensar. Até aqui tudo bem, nada de especial. Mas há casos e casos... Eu que o diga, por motivos que mostrarei mais à frente. Era uma vez uma menina chamada Xana que era do género, muito senhora do seu nariz( talves demasiado para o meu gosto, mas respeito). Certo dia, Xana, que era muito dada a pequenos pormenores, "apanhou-me" a navegar na net, mais concretamente no meu gmail, e meteu-se comigo, no chat do mesmo. Tudo bem, aceitei o desafio e daí paraa frente passamos a trocar mimos e miminhos através do referido chat do gmail. O tempo passou, a amizade consolidou-se, transformando-se mesmo em algo mais de sério. Antes de continuar, devo dizer que e a Xana era muito dada a questões de pesquisa histórica, particularmente à investigação geneanológica dos seus antepassados. Tudo bem, a moça tinha esse hobby. E contactou-me no sentido de me informar que andava a fazer umas pesquisas nos arquivos históricos da sua terra natal, lá para os lados do Sardoal, penso. E chegou mesmo a afirmar que, de acordo com essa investigação, estava super convencida ser a "reencarnação" de uma tetra tia-avó, facto que assumia com a maior das naturalidades. Tudo bem, eu próprio acredito numa possível "reencarnação" das almas das pessoas, porque não? Afinal de contas, o mundo e sobretudo o cosmos é uma coisa tão vasta, tão complexa, nos dias que passam, que temos que pensar que deverá existir "algo mais" do que aquilo de que conseguimos perceber e apreender. Estamos na pré-história de algo bem mais complexo e superior e que ainda não aceitamos nem conhecemos, na sua totalidade, apenas um rasgo desse conteúdo, quanto muito. Voltando à Xana, a sua persistência pela investigação do passado da sua família exacerbava e tinha influência no seu comportamento, que, segundo ela própria dizia, era uma maneira de ser má e perversa. E isso, de facto, notou-se comigo. Depois de ajudar a decorar a árvore do Natal pretérito, começamos a ser mais íntimos, embora nada de especial se tivesse passado, para além daquilo que é o normal numa relação no seu início. Lanches em casa dela, lanches em minha casa, uns miminhos musicais de parte a parte, uns beijinhos e nada mais. tudo bem, nada mais normal entre duas pessoas com sensivelmente a mesma idade. O problema veio depois. Num belo dia, estabeleci o habitual contacto com a Xana, via online no gmail. Má hora em que o fiz, estava de mau humor, assim sem mais nem menos, Como ele própria dizia, "I´not in the mood"- exclamou! Fiquei banzado, para além de fulo e até, e até, de certo modo, magoado. então depois de tantos miminhos e confiança mútua, estava agora de burrinhos? tubo bem, as pessoas têm o direito de estabelecer metas( isso depende muito do feitios das pessoas, como é lógico) e de impôr regras. Mas com a continuação desse estado de espírito, e sempre a "desprezar" a minha amizade habitual, bolas, um homem não é feito de madeira, quem não se sente não é filho de boa gente! Passei-me e disse-lhe umas quantas, embora, em minha opinião, sem ofender! ...da-se! Foi a única coisa digna desse nome que lhe disse. Ofendeu-se! Eu acho que aproveitou a situação por si própria criada para mudar o rumo da nossa breve relação. que podíamos ser amigos, mas que algo mais do que isso estava fora de questão, porque tínhamos feitios diferentes e diferentes forms de "resolver" as coisas. Tudo mal, mais valia ter sido franca comigo e dizer que não sentia nada de especial por mim, era preferível e mais honesto da parte dela. Mas não, tinha que ser como ela entendia! Tudo bem, ela é quem sabe, e cheguei a dizer-lhe. Agora jánem sequer me contacta, nem via chat no gmail, nem via telefone, nem via nada. Tudo bem, that´s life, c´est la vie como me chegou a dizer! É preciso ter muita lata!
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Isto que eu escrevi, e que fica apenas entre nós que ninguém nos ouve, foi apenas um "desabafo" apesar de baseado em factos verídicos. Não está certo andarmos a "gozar" com os sentomentos alheios, sobretudo quando, como eu,uma pessoa sente o peso( sempre relativo, como é obvio)da solidão. Acreditem, não é fácil, nem nada agradável.
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